O professor e aluno

Envolvidos no hipismo de vozes é não uma nova atividade que eu vim porque como todas as artes, a arte equestre não é realmente suficiente para alimentar o estômago (primeiro deve alimentar o cavalo). Por outro lado, quando temos os meios da pesquisa Arte Equestre podem alimentar a mente e a alma como qualquer outra arte. Quando um pouco mais de um ano atrás, eu decidi tentar a entrada seletiva de Versalhes Academia equestre tive a primeira motivação para encontrar uma maneira de continuar a treinar-me artisticamente na introdução a minha abordagem do corpo de médiuns e cavalo. Dentro de mim que ressoou como uma jornada artística e pessoal, mas também espiritual, porque em 30 anos, eu queria mais do que qualquer coisa para me dar a oportunidade de iniciar este tipo de viagem que é vivida de maneira pessoal, mas que também podem ser compartilhados para o bem (o que estou a tentar compreendê-lo). Solidão e andanças artísticas podem às vezes ser experimentadas terrivelmente, isto não é meu caso, que eu garanto mas isso é algo que quero evitar e para isso não há nada pior do que não ver este estado e até mesmo acomode-se suavemente. Desde o início dos meus estudos eu sinto fortemente este perigo de prisão. Para mim é uma recusa em se envolver em uma prática que usaria um meio de forma exclusiva, que acho que para evitar isso. Claro que não veríamos lá uma crítica daqueles para quem ele trabalha, cada um sua maneira! Depois de apenas duas semanas, no coração desta nova formação e um dedo quebrado eu percebo (mas especialmente eu confirmar o que eu senti!) que seja consistente e que mais novas pessoas com quem trabalho são também nesta abordagem. É, portanto, não só a formação e o trabalho com cavalos, mas para ser investigadores especialmente interdisciplinares e multidisciplinares. Eu encontrei que Carlos Pereira é uma grande oportunidade que eu pretendo desfrutar de mais este ano. Deixe-me escrever um pouco mais sobre ele, quando eu aprender mais sobre, mas eu acho que já posso dizer que é parte daquelas raras pessoas que pode reconhecer o potencial em cada um dos seus alunos e especialmente úteis para ir ainda mais longe do que o que o aluno pode fazer e isso em todos os níveis. É, portanto, sobre este último ponto que destaca-se porque não é só técnico ou psicólogo final ou visionário, ele é tudo isso e mais. É um verdadeiro professor que alimenta seu aluno pela troca que ele entrevista com e por sua benevolência. Como ele gosta de dizer a mesmo, o verdadeiro mestre é aquele que revela ao aluno o que ele já sabe! E não diz isso a seu respeito desde que se sente o aluno atual de outro mestre, quem é o Professor Tetsuro Matsuzawa, grande primatologista japonesa com a qual ele trabalha para um pouco mais de dois anos. Desesperada de alguns anos de não ter encontrado o seu mestre em equitação Carlos Pereira fez só encontrar a porta da primatologia, onde mais uma vez a importância de constante abertura para outras áreas de pesquisa. Para fazer não só botas de equitação, mas também levar os cadernos para registros toneladas de hipismo de referências, filosófica, artística, científica… que eu tenho a oportunidade de receber a cada dia e promete um ano muito nutritivo!

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